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domingo, 2 de janeiro de 2011

Os Benefícios da Amizade




O ser humano é o animal mais fascinante de toda a natureza. Basta você dar um passeio pela história para perceber que ele, desde o início, teve de cultivar a sociabilidade e é dela que surgiu a AMIZADE. De acordo com o Dicionário Eletrônico Houaiss, a palavra amizade significa:

1. sentimento de grande afeição, simpatia, apreço entre pessoas ou entidades;
2. tem quem é amigo, companheiro, camarada;
3. relacionamento social;
4. concordância de sentimentos ou posição a respeito de algum fato; acordo, pacto, aliança;
5. apego de alguns animais ao homem;
6. pode ser uma atitude de benevolência;
7. pode ser um estado de concubinato; mancebia;
8. pode ter uso como interlocutório pessoal.

Ufa! Para quem fez o Houaiss, amizade significa muita coisa...

Partindo desse pressuposto e retornando ao primeiro parágrafo, o homem ao longo da história foi reforçando esse sentimento. A Arte, seguindo a tendência, adequou-se a essa necessidade social e nos ofereceu grandes exemplos:

- Alexandre Dumas escreveu Os três mosquiteiros;
- Jorge Amado escreveu Quíncas Berro D'água;
- Patrice Leconte dirigiu o filme Meu melhor amigo (Mon meilleur ami);
- Milton Nascimento compôs e cantou Canção da América.

Os exemplos são inúmeros, mas o da Universidade de Chicago veio dar uma luz especial a esse tipo de relacionamento. De acordo com Dra. Louise Hawkley, diretora e pesquisadora do laboratório de neurologia social, o nosso corpo pode estar mais vulnerável quando não cultivamos amizades, e temos uma vida solitária. De acordo com a sua pesquisa pode haver um aumento da pressão sanguínea, inflamações, a pessoa pode ficar mais sensível ao diabetes, mais vulnerável ao álcool, mais sedentária, etc. Além de tudo isso, a solidão pode afetar o psicológico, deixando as pessoas mais depressivas e estressadas.

Outra universidade norte-americana, a de Minessota, realizou em parceria com a National Geografic Society uma pesquisa que apontou que a longevidade também está relacionada à amizade. De acordo com a pesquisa, pessoas que tem uma rede de amigos vivem mais, pois estão sempre exercitando a mente, além de fortalecendo o sistema imunológico.

Segundo levantamento feito pelo Centro de Envelhecimento da Universidade de Flinders, nos EUA, as pessoas que têm uma rede social de confidentes vivem 22% a mais que as pessoas que são solitárias.

Já a Universidade de Toronto, no Canadá, realizou uma pesquisa sobre pessoas solitárias e descobriu que elas sentem mais frio que pessoas que possuem amigos, isso acontece porque as pessoas que se sentem só, sofrem uma alteração na percepção do calor. Ainda nessa linha, a Dra. Louise Hawkley garante que o órgão que mais sofre com a falta de amigos é o coração, segundo ela viver de forma solitária só faz com que o hormônio cortisol - responsável pelo aumento da pressão arterial - seja produzido em maior quantidade, o que provoca inflamações e aumentam a resistência da circulação sanguínea do sistema cardiovascular.

Pesquisadores norte-americanos da Universidade da Califórnia realizaram uma pesquisa sobre mulheres em situação de estresse e descobriram que quanto maior o estresse, mais amizades as mulheres fazem. Isso acontece porque os organismos dessas mulheres liberam um hormônio chamada ocitosina. Quando essa substância está presente no organismo feminino em grandes quantidades, as mulheres fazem mais amizades. Já com os homens em situação de estresse acontece o contrário, pois nessas situações seus organismos liberam testosterona, que por sua vez diminui a ação da ocitosina.

Portanto:

Faça amizades, viva feliz e com saúde.
Lembre-se que quando a mente está sã o corpo também está são.

Mas lembrem-se também que a amizade anda de mãos dadas com a confiança.

Observem essa história passada na época medieval:

De partida para uma cruzada, um soldado muito ciumento resolveu colocar um cinto de castidade em sua esposa, temendo ser traído.
Mas ele parou um pouco e pensou:
- Não é justo, posso morrer na guerra e minha mulher é muito jovem. Já sei, darei a chave ao meu amigo de confiança. Se algo acontecer comigo, ele poderá soltá-la.
E assim o fez. No dia da partida, mal tinha cavalgado 200 metros, ouviu a voz do seu amigo, que corria desesperadamente ao seu encontro. Assim que ele chegou, o esposo foi logo perguntando:
- Que aconteceu amigo? O que houve?
E o outro falou, quase sem fôlego:
Companheiro! Você deixou a chave errada!



sábado, 1 de janeiro de 2011

A Presidente ou a Presidenta?


Nunca antes na história desse país...

Quando o autor desta ilustre frase, o Lula, entranhou essa frase em seu íntimo, nunca mais parou de utilizá-la de forma verborrágica. O engraçado é que o agora EX, sempre a utilizava para enaltecer suas façanhas. Nunca soube porque ele não a utilizou nos casos críticos, acontecidos em seu governo. Imagine se ele falasse:

- Nunca antes na história desse país houve um partido mais mafioso que o meu;
- Nunca antes na história desse país houve um caos tão grande na saúde;
- Nunca antes na história desse país ouviu-se tanta omissão de um Presidente.

E por aí vai...

Mas voltando ao título desse post, nunca antes na história desse país, houve tanta discussão quanto a forma de tratamento ao se referir à nossa representante maior. Afinal qual dos termos é o mais correto?

Bom, para responder a essa questão há dois pontos a serem considerados:

1. O gênero - a mulher, no decorrer do século XX, foi conquistando o seu espaço na sociedade e a língua, na tentativa de acompanhar essas conquistas, foi sendo adequada. Surgiram então as juízas, as prefeitas, as delegadas, as governadoras, etc. De acordo com Paulo Flavio Ledur, autor dos livros Português Prático e Guia Prático da Nova Ortografia, a forma Presidenta é a mais adequada.

2. A estética linguística - a imprensa em geral toma a forma Presidente como um cargo, isso naturalmente é o resultado de uma sociedade calcada no machismo. Na Argentina, houve uma discussão semelhante quando Cristina Kirchner se apresentou como candidata. Com a resistência ao uso da palavra Presidenta, pelos meios de comunicação, ela bradou em um discurso como queria ser chamada se eleita:

- Presidenta! Comecem a se acostumar. Presidentaaa ... E não Presidente!

Discussões à parte, a verdade é que temos uma nova representante maior. Uma mulher está no comando. Não há o que temer. Principalmente se lembrarmos daquela mulher que comandou, ou comanda ainda, a nossa vida: A NOSSA MÃE.

Sensibilidade deverá ser a palavra de ordem. Mas, com certeza, Dilma deverá ter a famosa frase do argentino Ernesto "Che" Guevara bem calibrada dentro de sí:

Hay que endurecer-se. Pero sin perder la ternura jamás

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Sentidos

Feliz Ano Novo






A noite de passagem de Ano Novo é a noite que mais põe à prova o nosso sistema Sensorial. Também pudera, são tantos aromas, sabores, toques, sons e cenas incríveis...

Esse sistema, que nos é tão imprescindível, é composto por receptores sensoriais, estruturas responsáveis pela recepção dos estímulos provenientes do ambiente (extrarreceptores) e do interior do corpo (interorreceptores). Essas terminações sensitivas do sistema nervoso periférico são encontradas nos órgãos dos sentidos: pele, ouvido, língua e fossas nasais. Estes têm a capacidade de transformar os estímulos em impulsos nervosos, os quais são transmitidos ao sistema nervoso central, que por sua vez, determina as diferentes reações do nosso organismo.

Dada a explicação, imagine essa situação hipotética, que pode muito bem fazer parte da nossa realidade:

Dia nervoso. Compras de última hora para a ceia. Confirmação de participação por telefone com parentes e/ou amigos. Preparo da ceia. Cuidado com as bebidas e comidas. Arrumação da mesa. Recepção aos convidados. Conversas informais e amigáveis, bem como conversas conflitantes. Contagem dos segundos para o início do novo ano. Olhar para o céu. Se maravilhar com os fogos. Som alto. Sorrisos. Gritos. Celular tocando. Celular ligando. Televisão ligada. Comer. Beber. Dormir. Acordar. Perceber que o primeiro de um novo ano, nada mais é que mais um dia, como outro qualquer, na nossa vida.

E assim, sempre caminhamos: Sentindo

sábado, 25 de dezembro de 2010



A serotonina


O bebê que suga o leite materno recebe também o calor, o carinho, o afeto e o cheiro de quem o alimenta.

A relação com os alimentos é capaz de revelar formas de interação da pessoa consigo mesma e com o mundo. No entanto, algumas vezes um desequilíbrio hormonal pode ser o grande vilão para o ganho ou perda de peso excessivos.

A serotonina é uma substância presente naturalmente no cérebro. Age como um neurotransmissor, isto é, permite a comunicação entre as células nervosas do cérebro, chamadas neurônios. Esta comunicação é fundamental para a percepção do ambiente e para acapacidade de resposta aos seus estímulos.

A serotonina desempenha um importante papel no sistema nervoso, com diversas funções, como a liberação de alguns hormônios, a regulação do sono, da temperatura corporal, do apetite, do humor, da atividade motora e das funções cognitivas. A serotonina pode melhorar o humor, causando uma sensação de bem-estar e sua falta tem sido relacionada a doenças graves, como mal de Parkinson, distonia neuromuscular e tremores. Pode causar também depressão, ansiedade, comportamento compulsivo, agressividade, problemas afetivos e aumento do desejo de ingerir doces e carboidratos.

Quando você estiver ansioso ou deprimido, observe se recorre a massas (pizza, lasanha, ravióli etc.) ou doces. Se houver falta de autocontrole, e em conseqüência você estiver sempre desejando ingerir carboidratos e doces, pode ser uma indicação de um desequilíbrio da taxa de serotonina no cérebro. O desejo por certos tipos de alimentos nem sempre está associado à busca de prazer e saciedade. Poderá evidenciar um desequilíbrio químico e exigir um tratamento.

Com taxas normais de serotonina, a pessoa atinge mais facilmente a saciedade e consegue maior controle sobre a ingestão de açúcares. Medicamentos que aumentam a taxa de serotonina são cada vez mais utilizados para emagrecer. A sibutramina e a fluoxetina, medicamentos antidepressivos, costumam proporcionar maior controle sobre o apetite, especialmente para doces. Alimentos ricos em proteínas, como carne bovina e de peru, peixe, leite e seus derivados, amendoim, tâmara, banana etc., contêm triptofano, um nutriente que ajuda a combater os efeitos da falta de serotonina.

Pesquisas científicas estão demonstrando a estreita relação entre o equilíbrio de nutrientes e as complexas reações cerebrais. Às vezes não basta uma mudança de hábitos alimentares e a prática de exercícios físicos para conseguir o emagrecimento, pois o desequilíbrio hormonal pode dificultar esse objetivo.

A avaliação de um médico especialista poderá esclarecer a necessidade, ou não, de algum medicamento que equilibre o funcionamento químico do cérebro. A fome e o prazer de comer podem induzir a erros de nutrição. Devemos nos alimentar conscientes de que podemos beneficiar ou prejudicar nossa saúde e nosso estilo de vida. A química cerebral agradece e contribui quando nossa alimentação é equilibrada e saudável.

Por:
Flávia Leão Fernandes
CRP 06/68043 Psicóloga clínica, Mestre em Psicologia pela Universidade de Londres, Inglaterra e especialista em Psicologia Hospitalar com enfoque em obesidade.

Receitas



Arroz de forno


Ingredientes:

04 xícaras de arroz;
06 fatias de presunto cozido;
06 fatias de provolone;
06 fatias de presunto de peito de peru defumado;
06 fatias de mussarela;
100 g de requeijão Catupiry;
01 sachê de molho pronto de tomate, sabor Pizza;
Sal a gosto.

Preparo:

Cozinhar o arroz na água e sal. Após escorrê-lo, dispor em camadas todos os ingredientes num refratário untado com margarina, com exceção do requeijão, que deverá ser a cobertura.
Colocar no forno pré-aquecido por 15 minutos.


Macarrão de forno com bacalhau


Ingredientes:

250 g de lascas de bacalhau;
250 g de macarrão parafuso;
01 tomate picado;
01 cebola média picada;
06 pimentas de cheiro;
1/2 maço de coentro;
02 colher (sopa) de margarina;
02 colher (sopa) de azeite de oliva;
01 colher (sobremesa) de tempero para churrasco Kitano;
01 colher (sobremesa) de tempero baiano Kitano;
12 fatias de mussarela;
06 fatias de presunto cozido;
01 sachê de molho pronto de tomate, sabor Marguerita;
Sal a gosto.

Preparo:

Colocar, de véspera, as lascas de bacalhau na água para dessalgar. Cozinhar o macarrão em água e sal, deixando-o al dente. Aqueça numa panela 01 colher (sopa) de azeite e 01 colher (sopa) de margarina. Adicione o tomate, a cebola, as pimentas, o coentro e refogue-os. Junte o bacalhau dessalgado, previamente desfiado. Mantenha no fogo até reduzir ao máximo os líquidos. Acerte o ponto do sal. Reserve.
Numa outra panela, aqueça 01 colher (sopa) de azeite e 01 colher (sopa) de margarina. Adicione os temperos Kitano. Misture o macarrão cozido mexendo com cuidado.
Num refratário, coloque no fundo uma porção do molho pronto de tomates. Acrescente uma camada se macarrão, uma de mussarela, uma de bacalhau e uma de macarrão. Repita a arrumação. Encerre com o presunto e com o restante do molho.
Coloque no forno pré-aquecido por um período de 15 minutos.


Farofa de cenoura


Ingredientes:

150 g de farinha de mandioca;
04 colheres (sopa) de margarina;
01 colher (sopa) de azeite de oliva;
01 colher (sobremesa) de colorífico;
01 cenoura grande ralada, em ralo grosso;
01 cebola pequena ralada;
01 dente de alho bem socado;
1/2 maço de coentro;
Sal a gosto.

Preparo:

Aqueça a margarina e refogue a cebola e o alho. Junte a cenoura. Quando o refogado apresentar a cor da cenoura, junte o colorífico e o sal. Desligue o fogo e vá juntando a farinha.


Fico devendo as fotos...

A ceia




Na postagem anterior, "Fim de ano = Sobrepeso", informei aos visitantes sobre os perigos dos abusos nas festas natalinas, mas cadê seguir?

Bom, vou contar como foi a preparação da nossa ceia de Natal:

1. A feira-livre: acordei no dia 24/12 às 10:45 h. Minha esposa informou-me que, em decorrência do feriado do dia 25, a feira da cidade seria naquele mesmo dia. Levantei-me, tomei um copo de suco de umbú e fui enfrentar a feira (normalmente vou às 07:00 h). Comprei o essencial para a semana e paguei a um moto taxista para levar a minha feira em casa.

2. O mercadinho: gente que só formiga em formigueiro! Uma loucura. Peguei um peru temperado e um pote de sorvete de chocolate. Fui para casa.

3. Em casa I: minha esposa "encheu os olhos" com o peru. Deixei-o descongelando. Após o almoço, liguei para o meu filho Víctor chamando-o para vir ajudar-me com a preparação da ceia. Ele adora cozinhar. Está pensando fazer Gastronomia, em Recife-PE.

4. Em casa II: Víctor chegou acompanhado com o Arthur, meu filho mais novo. Almoçou e foi descansar um pouquinho. Enquanto isso, eu e Jeane, a minha esposa, temperamos um pouquinho mais o nosso peru (margarina, tempero baiano e tempero para churrasco). Em seguida, colocamos a grande ave no forno pré-aquecido. Víctor levantou. Pedi para que ele acessasse a Internet em busca de receitas fáceis de camarão e bacalhau. Rapidamente encontrou. Discutimos a respeito dos ingredientes e fomos comprar o que não tínhamos.

5. Na loja de laticínios: no caminho encontramos Tiago e Ailma, primos do Víctor. Na loja compramos mussarela, provolone, presunto cozido, presunto de peito de peru defumado e requeijão, tipo Catupiry. Pedi ao Víctor e aos seus primos que fossem até o supermercado para comprar molho pronto, ele aproveitou e comprou dois pães recheados. Comprei um perfume para presentear a minha sogra e, "de quebra", fiz a minha esposa muito feliz. Armas na mão, fomos à batalha a ser travada em casa.

6. Em casa III: ao chegarem em casa, os garotos foram logo tratando de fazer uma boquinha. Percebi que os primos do Víctor estavam apressando-o. Tratei de liberá-lo. Dei um tempo para pensar no que fazer...

7. Em casa IV: cardápio na mente, mãos à obra. Disponibilizarei as receitas num outro post (arroz de forno, farofa de cenoura, macarrão de forno com bacalhau e peru assado).

8. Em casa V - A ceia: todos à postos, comidas à mesa, atacamos e eu, "para variar", dexei-me levar pelas tentações calóricas...

9. Em casa VI: arrumamos tudo e fomos dormir. Completamente extenuados...

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Fim de ano = Sobrepeso


Como resistir às tentações do período natalino?

As festas natalinas são um desafio à manutenção da saúde. Isto acontece porque o povo brasileiro adotou cardápios europeus e norte-americanos. Estes cardápios são extremamente calóricos, muito em função das necessidades metabólicas desses povos durante esse período, pois por lá é inverno, neste ano em especial, rigorosissímo. A explicação desse fato é muito simples: o corpo humano é homeotérmico, ou seja, necessita manter uma temperatura constante. No inverno, com a perda de energia para o meio externo, o organismo humano acaba necessitando de mais calorias, o que acaba sendo interpretado, pelo cérebro, como uma necessidade maior de alimento.

Só que tem um problema, enquanto lá o inverno é de congelar, por aqui o verão é de lascar. Daí, como não gastamos a nossa reserva calórica (gordura) perdendo-a para o meio externo, com isso acabamos por adquirir uns quilinhos a mais com uma ingestão maior de alimentos, pois as festas são sempre assim, mesa farta, misturas de salgados, doces e bebidas variadas. Com os excessos, as doenças gastrointestinais - patologias que ocorrem nos órgãos do sistema digestivo como intestinos, estômago e fígado - podem aparecer e estragar o que era para ser uma data de comemoração. Aquela sensação de empachamento (estômago cheio), dor no estômago, náuseas, diarréia dor de cabeça e até mesmo vômito podem ser alguns sintomas que indicam que passamos da conta na hora da refeição. Para resolver esse problema, não devemos direcionar a noite para a comida e as refeições nessas festividades devem ser pausadas e bem mastigadas.

Adequado também é que os pratos tragam saladas, legumes, frutas e fibras, como amêndoas, castanhas e frutas secas. Caso não dê para fugir das aves asssadas e pernis, que optemos por carnes magras e moderação é a palavra chave nessas ocasiões. Deve-se evitar pratos que contenham maionese caseira, pois a salmonela, que é uma das bactérias que podem provocar diversas doenças gastrointestinais graves e está associada ao consumo de alimentos derivados de ovos. Todos os pratos que contenham maionese deve-se ter o cuidado de mantê-los a uma temperatura de 4º C.

Com isso, para que não consigamos um sobrepeso nesse período, devemos usar do bom senso. Comer de tudo, sim. Mas esse tudo além de representar todo e qualquer alimento que não venha a provocar nenhum tipo de problema, deve representar também toda a quantidade que nos sacie.

Assim, FELIZ NATAL! E boa saúde.